Ficha Técnicatítulo original:The Talk of the Town
gênero:Comédia
duração:1 hr 58 min
ano de lançamento: 1942
site oficial:
estúdio: Columbia Pictures Corporation
distribuidora: Columbia Pictures
direção: George Stevens
roteiro: Irwin Shaw e Sidney Buchman, baseado em estória de Sidney Harmon
produção: George Stevens
música: Frederick Hollander
fotografia: Ted Tetzlaff
direção de arte: Lionel Banks
figurino: Irene
edição: Otto Meyer
efeitos especiais:
Sinopse
Quando uma fábrica de tecidos pega fogo, Andrew Holmes (Charles Dingle), o dono, diz que o incêndio foi criminoso e acusa Leopold Dilg (Cary Grant), seu empregado e ativista político, de ser o responsável. Dilg é preso por incêndio premeditado e assassinato, pois um homem está desaparecido. O réu é inocente, mas durante o julgamento sente que será condenado. Desta forma assim que tem uma chance foge e acaba indo pedir ajuda para Nora Shelley (Jean Arthur), por quem desde a juventude nutria uma paixão. Acontece que Nora alugara para Michael Lightcap (Ronald Colman), um eminente advogado, a casa onde Leopold pretendia se esconder. Nora acreditava que Lightcap chegaria no dia seguinte, mas chega naquela noite, debaixo de uma chuva torrencial. Nora tenta se livrar dele, alegando que a casa não está pronta, mas não consegue. Dilg não pôde ir embora, pois se machucara na fuga, assim ela o esconde no sótão e arruma um pretexto para passar a noite ali. No dia seguinte convence Lightcap para empregá-la como secretária e cozinheira, pois assim poderá tentar proteger Dilg, que repentinamente aparece. Nora o apresenta como "Joseph", o jardineiro, e rapidamente Dilg e Lightcap se tornam amigos. Tudo parece ir sob controle, mas o inevitável acontece e Lightcap descobre quem é "Joseph". Lightcap é um fiel cumpridor da lei, um teórico que sente-se na obrigação de denunciar Dilg, apesar de gostar da sua companhia. Deste momento em diante os acontecimentos tomam um rumo inesperado.
Curiosidades
- De acordo com o material promocional disponibilizado na época pela Columbia Pictures, Claire Trevor interpretaria a 2ª principal personagem feminina. Apesar de estar presente neste material, a atriz não tem nenhuma cena no filme.
- A Columbia Pictures chegou a cogitar a possibilidade de rodar dois finais diferentes, com o público de exibições-testes escolhendo qual seria o inserido no filme. Esta idéia acabou não sendo realizada.
- Este é o último de 3 filmes em que o diretor George Stevens e o ator Cary Grant trabalharam juntos. Os demais foram
Gunga Din
(1939) e Serenata Prateada (1941).
- Este é o 1º de 3 filmes em que o diretor George Stevens e a atriz Jean Arthur trabalharam juntos. Os demais foramOriginal Pecado (1943) e Os Brutos Também Amam (1953).
- Este é o último de dois filmes em que Cary Grant e Jean Arthur atuaram juntos. O anterior fora
Paraíso Infernal
(1939).
- Esta foi a 1ª vez desde a era do cinema mudo em que Ronald Colman foi contratado para interpretar um protagonista.
- John P. Livadary, responsável pelo som de
E a Vida Continua
, ficou insatisfeito com o som gravado na cena da chuva, então o substituiu pelo som da cena da chuva de
Paraíso Infernal
(1939).
- A Columbia Pictures chegou a cogitar a possibilidade de rodar dois finais diferentes, com o público de exibições-testes escolhendo qual seria o inserido no filme. Esta idéia acabou não sendo realizada.
- Este é o último de 3 filmes em que o diretor George Stevens e o ator Cary Grant trabalharam juntos. Os demais foram
Gunga Din
(1939) e Serenata Prateada (1941).
- Este é o 1º de 3 filmes em que o diretor George Stevens e a atriz Jean Arthur trabalharam juntos. Os demais foramOriginal Pecado (1943) e Os Brutos Também Amam (1953).
- Este é o último de dois filmes em que Cary Grant e Jean Arthur atuaram juntos. O anterior fora
Paraíso Infernal
(1939).
- Esta foi a 1ª vez desde a era do cinema mudo em que Ronald Colman foi contratado para interpretar um protagonista.
- John P. Livadary, responsável pelo som de
E a Vida Continua
, ficou insatisfeito com o som gravado na cena da chuva, então o substituiu pelo som da cena da chuva de
Paraíso Infernal
(1939).
Nenhum comentário:
Postar um comentário